Início · Gestão pública
O protocolo já existe.
A execução é do município.
O Ministério da Saúde definiu o FIT como exame de referência para rastrear câncer colorretal de 50 a 75 anos. Quem organiza cobertura, processamento e encaminhamento é a rede local. A Ubuntu Med fornece o teste e cede o equipamento em comodato — sem aquisição de bem permanente.
O OC-Auto 80 é cedido mediante demanda mensal de reagentes e instalado no laboratório da própria secretaria. Não há compra de equipamento, não há imobilização de capital e não há patrimônio novo para gerenciar. O custo do programa vira consumível, proporcional ao número de pessoas rastreadas.
Três obstáculos aparecem antes do primeiro exame.
Nenhum deles é sobre o teste. São sobre orçamento, capacidade instalada e prestação de contas — e é por isso que o estudo de viabilidade vem antes de qualquer proposta.
Investir em equipamento
Aquisição de bem permanente exige processo próprio, dotação específica e gestão patrimonial. No comodato não há compra de equipamento: ele é cedido vinculado à demanda mensal de reagentes, e a modelagem é validada com a assessoria jurídica da secretaria. Também há as opções de locação e de compra.
Absorver a colonoscopia
Rastrear gera demanda de investigação. Município que não consegue absorvê-la cria uma fila e perde a confiança da população. O ponto de corte ajustável dimensiona essa demanda à capacidade real da rede.
Prestar contas
Cobertura, adesão, positividade e tempo até a colonoscopia já saem como números mensais, desde o primeiro mês — prestação de contas sem esforço extra e sem corrida no fim do exercício.
O que é da Ubuntu Med e o que é da rede.
A clareza aqui evita frustração depois. A Ubuntu Med não substitui a atenção primária nem opera a busca ativa — fornece a tecnologia, o equipamento e o suporte para que a rede execute.
Tecnologia e suporte
Reagentes do FIT Látex Quantitativo · OC-Auto 80 em comodato, locação ou venda · instalação do equipamento · treinamento dos técnicos do laboratório · suporte técnico · estudo de viabilidade e custo-efetividade.
Alcance e desfecho
Identificação e convite da população elegível pela atenção primária · distribuição dos kits de coleta · processamento das amostras e liberação dos laudos · agendamento e realização das colonoscopias · acompanhamento dos casos.
Dimensionamento
Definição da escala da primeira fase · escolha do ponto de corte compatível com a capacidade de colonoscopia · leitura dos indicadores · ajuste do volume mensal de reagentes.
Registros Anvisa ativos.
Empresa licenciada e produtos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A documentação completa é enviada junto com o estudo de viabilidade — ou sob solicitação — para instruir o processo de compra. Os documentos públicos do protocolo estão reunidos no Kit do gestor.
80102512579
Licença sanitária ativa
Certificação vigente
As perguntas que aparecem na primeira reunião.
Precisamos licitar a compra do equipamento? +
E se o município não tiver laboratório próprio? +
E se não tivermos capacidade de colonoscopia suficiente? +
Quanto custa por pessoa rastreada? +
Em quanto tempo o programa começa a funcionar? +
Quais indicadores conseguimos apresentar? +
O estudo de viabilidade vem antes da proposta.
Calculamos a população elegível do seu município, a demanda de colonoscopia que o programa vai gerar e o volume mensal de reagentes necessário. Com número, não com estimativa.
Solicitar estudo de viabilidade