O câncer que dá para interromper antes de ele existir.
Um pólipo removido a tempo não vira tumor. É por isso que o FIT passou a ser o exame de referência para rastrear câncer colorretal entre 50 e 75 anos — e mais de 40 milhões de brasileiros se tornaram elegíveis de uma vez. Cada gestor precisa agora decidir em que escala consegue começar. A Ubuntu Med responde essa pergunta com número e viabiliza a execução com FIT Látex Quantitativo, equipamento e treinamento da equipe.
Valores de referência por paciente. Fontes: tabela Unimed 2022, INCA e protocolos clínicos do Ministério da Saúde.
Não responde apenas sim ou não. Mede a quantidade de hemoglobina na amostra e entrega o valor em ng/mL — o que permite ajustar o ponto de corte à capacidade de colonoscopia de cada município ou carteira.
Fonte: instrução de uso e manual do fabricante (Polymedco · OC-Auto)
Cada ponto representa 10 pessoas de 50 a 75 anos. Proporções ilustrativas.
Não rastrear custa nove vezes mais do que rastrear.
Simulação sobre 100 mil pessoas na faixa de risco, comparando um ano com programa organizado de rastreamento e um ano sem. Mesma população, mesma incidência de doença — muda apenas o momento em que ela é descoberta.
Programa organizado
com FIT Látex Quantitativo
- Testes FIT · 1 a cada 2 anosR$ 3.000.000
- 480 colonoscopiasR$ 324.240
- 480 polipectomiasR$ 416.064
Diagnóstico apenas
quando aparece sintoma
- Quimioterapia · 346 recuperadosR$ 12.022.130
- Quimioterapia paliativa · 134 óbitosR$ 14.646.629
- UTI, paliativo e internação finalR$ 5.628.000
- Cirurgias, colonoscopias e polipectomiasR$ 1.940.304
Fontes: tabela de referência Unimed 2022, INCA, Revista Brasileira de Cancerologia e protocolos clínicos do Ministério da Saúde — premissas completas em “Metodologia, premissas e fontes”, logo abaixo.
É quanto sai mais caro esperar o sintoma aparecer. A diferença é de R$ 30,5 milhões por ano, a cada 100 mil pessoas — e ela já está sendo paga hoje, só que diluída em internação, cirurgia e quimioterapia.
Simular na minha populaçãoEsse valor não aparece como linha de orçamento. Ele está espalhado entre quimioterapia, leito de UTI e cirurgia de alta complexidade — despesas que a detecção precoce simplesmente não gera.
Metodologia, premissas e fontes +
Coorte: 100.000 pessoas na faixa de risco. Incidência: 480 casos por ano. Evolução sem rastreamento: 28% dos casos progridem para doença metastática e evoluem para óbito — 134 pessoas; as outras 346 completam tratamento e se recuperam. Periodicidade do FIT: um teste a cada dois anos, portanto metade da coorte por ano. No Cenário A, todos os 480 casos são captados ainda como lesão, tratados por polipectomia, e não geram tratamento oncológico.
| Teste FIT por paciente | R$ 60,00 |
| Colonoscopia diagnóstica | R$ 675,50 |
| Polipectomia | R$ 866,80 |
| Colectomia parcial ou total | R$ 2.500,00 |
| Quimioterapia adjuvante e neoadjuvante | R$ 34.746,04 |
| Quimioterapia paliativa | R$ 109.303,20 |
| Internação paliativa e cuidados finais | R$ 42.000,00 |
Sobre o preço do teste: o valor de R$ 60,00 é uma referência pública usada apenas na simulação. O preço praticado não é tabelado — é definido em proposta, conforme volume e periodicidade.
Fontes: tabela de referência Unimed 2022, INCA, Revista Brasileira de Cancerologia e protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas em oncologia do Ministério da Saúde.
Do convite à colonoscopia, em seis etapas.
Rastreamento organizado não é oferecer exame. É saber quem convidar, quem respondeu, quem precisa investigar e em quanto tempo. A Ubuntu Med fornece os reagentes, o equipamento e o treinamento dos técnicos. Quem processa as amostras e libera os laudos é o laboratório. Abaixo, quem faz o quê em cada etapa.
Estudo de viabilidade
Levantamos a população elegível de 50 a 75 anos, a capacidade de colonoscopia já instalada e a demanda mensal de reagentes necessária. O estudo diz em que escala o programa cabe — ou se ainda não cabe.
Entregue antes de qualquer contratoConvite e busca ativa
A atenção primária identifica e convida a população elegível. Quem não responde entra em nova rodada — cobertura baixa é o que mais derruba programa de rastreamento, e é onde a rede local faz a diferença.
Coleta em casa
O paciente coleta a própria amostra, sem restrição alimentar, sem suspender medicação e sem preparo intestinal. A amostra fica estável por até 15 dias em temperatura ambiente — e até 30 sob refrigeração — sem precisar ser reaberta.
Processamento e laudo pelo laboratório
O OC-Auto 80 é instalado no laboratório da própria secretaria, do hospital, de laboratório parceiro ou terceirizado. A equipe técnica é treinada pela Ubuntu Med e passa a operar o equipamento e liberar os laudos — por exigência regulatória, a liberação é sempre de um laboratório. Se o cliente não tiver laboratório próprio, a própria Ubuntu Med pode emitir o laudo técnico. O resultado sai como valor de hemoglobina, não como positivo ou negativo.
Treinamento incluídoPonto de corte definido
Com o valor em mãos, a gestão define o corte que dimensiona a fila à capacidade real de colonoscopia; o equipamento aceita ajuste de 10 a 500 ng/mL. É a etapa que só existe com teste quantitativo — e a que evita gerar uma demanda que a rede não absorve.
Encaminhamento e acompanhamento
Os casos acima do corte seguem para colonoscopia com prazo monitorado. O programa acompanha até o desfecho — porque rastrear sem investigar não reduz mortalidade.
A Ubuntu Med fornece os reagentes e disponibiliza o OC-Auto 80 em comodato, locação ou venda. No comodato, o equipamento é cedido mediante demanda mensal de insumos: não há aquisição de bem permanente nem imobilização de capital, e o custo do programa vira consumível previsível, proporcional ao número de pessoas rastreadas.
- Comodato sem investimento inicial em equipamento
- Instalação no laboratório da própria rede
- Treinamento dos técnicos do laboratório e suporte
- Custo proporcional ao volume rastreado
Os números já saem prontos: cada etapa gera o indicador que sustenta a decisão diante do prefeito, da câmara e do Tribunal de Contas — prestação de contas sem esforço extra.
Tudo começa pela etapa 1. O estudo de viabilidade é gratuito e diz, com número, se o programa cabe no seu município ou na sua carteira — e em que escala.
Solicitar estudo de viabilidadeO rastreamento é o mesmo. A conta que ele resolve, não.
A tecnologia, a operação e os indicadores são idênticos na gestão pública e na saúde suplementar. O que muda é quem paga a conta do diagnóstico tardio — e, por consequência, como o ganho é medido e para quem ele precisa ser justificado.
Município, consórcio
ou secretaria estadual
O protocolo nacional tornou o rastreamento com FIT política pública. Executar exige viabilidade calculada, capacidade de colonoscopia dimensionada e um laboratório preparado para processar em escala.
- Viabilidade calculada sobre as tabelas SIA e SIH do SUS
- Dimensionamento da demanda de colonoscopia gerada
- Equipamento em comodato, locação ou venda, conforme o caso
- Instalação e treinamento dos técnicos do laboratório
Operadora, autogestão
ou medicina ocupacional
Câncer colorretal em estágio avançado é um dos eventos de maior impacto na sinistralidade. Rastrear a carteira converte um custo imprevisível e concentrado em um custo planejado e distribuído.
- Custo-efetividade calculada sobre a carteira real
- Redução de eventos oncológicos de alta complexidade
- Coleta domiciliar, sem deslocamento do beneficiário
- Equipamento no laboratório próprio ou credenciado, com treinamento
Não se encaixa em nenhum dos dois, ou atende os dois ao mesmo tempo? Hospitais, laboratórios e consórcios intermunicipais têm arranjos próprios.
Falar direto com a Ubuntu MedNão é uma aposta. É o que os sistemas de saúde já decidiram.
O rastreamento de câncer colorretal com teste imunoquímico fecal é recomendação formal no Brasil e no exterior. A discussão hoje não é se funciona — é quem consegue executar, em que escala e com que capacidade de investigação.
Parecer favorável da Conitec
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS aprova a diretriz de rastreamento do câncer colorretal, elaborada por grupo de especialistas.
Protocolo nacional anunciado
O Ministério da Saúde define o FIT como exame de referência para pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos — mais de 40 milhões de brasileiros elegíveis.
FIT entra na tabela do SUS
A Portaria SAES/MS nº 4.642 inclui o teste imunoquímico fecal na Tabela de Procedimentos do SUS, sob o código 02.02.04.020-8, para rastreamento bienal de assintomáticos de 50 a 75 anos. É o passo que permite ao município faturar o exame.
Entra em vigor
A execução passa a ser responsabilidade da rede. Cada município precisa dimensionar cobertura, adesão e capacidade de colonoscopia.
Kit do gestor
A diretriz completa da Conitec, o texto integral da Portaria SAES/MS nº 4.642 e o anúncio oficial do protocolo nacional — reunidos para instruir o processo na secretaria ou na operadora. Preencha e o acesso abre na hora, direto nas fontes oficiais.
Ministério da Saúde
Adota o teste imunoquímico fecal como exame de referência do rastreamento organizado, com sensibilidade entre 85% e 92% para detectar alterações associadas ao câncer colorretal.
U.S. Preventive Services Task Force
Classifica o rastreamento de 50 a 75 anos com grau A, o mais alto, e inclui o FIT anual entre as estratégias com melhor equilíbrio entre benefício e número de colonoscopias geradas.
Instituto Nacional de Câncer
Estima 53,8 mil novos casos de câncer colorretal por ano no triênio 2026–2028. É o segundo câncer mais incidente no país, desconsiderando tumores de pele não melanoma.
A literatura já provou que rastrear funciona. O que ainda não existia no Brasil era quem calculasse a viabilidade, operasse a coleta em escala e sustentasse o programa com indicadores. É esse o trabalho.
Ano em que a sócia fundadora passou a acompanhar a chegada desta tecnologia ao Brasil
Pessoas atendidas gratuitamente no estudo científico multicêntrico nacional
Uma empresa construída em volta de um único exame.
A Ubuntu Med nasceu em 2019 com um objetivo estreito e explícito: tornar o diagnóstico precoce de câncer de intestino acessível em escala populacional, para a saúde pública e para a saúde suplementar. Não é uma linha dentro de um catálogo. É a empresa inteira.
Ludmila teve o primeiro contato com a tecnologia FIT Látex Quantitativo em 2013 — seis anos antes de a Ubuntu Med existir.
Acompanhou a importação e a instalação dos primeiros equipamentos no país e o desenvolvimento do estudo científico multicêntrico que atendeu 20 mil pessoas gratuitamente. Os resultados no Brasil confirmaram o que a literatura internacional já apontava: rastrear é a melhor chance de manter a saúde de quem está em risco de câncer colorretal.
Faltava estrutura para sustentar a tecnologia em escala. Foi isso que ela construiu: empresa com licenças Anvisa, registro de produto e certificação de fornecedor estrangeiro — a base regulatória sem a qual nenhum programa público chega a existir.
Ao longo do caminho, ao lado do sócio fundador Ali Zoghbi, a empresa passou por rodadas de captação com investidores-anjo e, em 2022, foi selecionada para o ecossistema da FHE Ventures, venture builder da metodologia FCJ.
A filosofia ubuntu valoriza o cuidado da comunidade tanto quanto o cuidado individual. Para ser verdadeiramente ubuntu, todos precisam ser beneficiados e ninguém ser prejudicado.Filosofia africana · origem do nome da empresa
É exatamente a lógica de um programa de rastreamento. Manter saudável quem está em risco beneficia a pessoa, a família, a rede de atenção e a saúde financeira de quem paga a conta. Não existe um lado que perde.
Começa com um estudo, não com uma compra.
Antes de qualquer proposta, calculamos se o programa cabe na sua realidade — e dizemos com franqueza quando ainda não cabe. Quem não tem capacidade de colonoscopia instalada precisa resolver isso primeiro, e é melhor saber antes de assinar qualquer coisa.
- População elegível de 50 a 75 anos no seu território ou carteira
- Demanda de colonoscopia que o programa vai gerar, por cenário de ponto de corte
- Custo por pessoa rastreada e custo evitado, com as tabelas que se aplicam ao seu caso
- Demanda mensal de reagentes e o modelo do equipamento: comodato, locação ou venda
Solicitar estudo de viabilidade
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