Câncer colorretal · Protocolo SUS · 2º sem. 2026

O câncer que dá para interromper antes de ele existir.

Um pólipo removido a tempo não vira tumor. É por isso que o FIT passou a ser o exame de referência para rastrear câncer colorretal entre 50 e 75 anos — e mais de 40 milhões de brasileiros se tornaram elegíveis de uma vez. Cada gestor precisa agora decidir em que escala consegue começar. A Ubuntu Med responde essa pergunta com número e viabiliza a execução com FIT Látex Quantitativo, equipamento e treinamento da equipe.

Custo por paciente, conforme o momento da detecção
01 Pólipo adenomatosoRemovido na colonoscopia. O câncer não chega a existir. R$ 867
02 Câncer precoceRessecção local. Cerca de 90% de sobrevida. R$ 2.500
Fim da janela de rastreamento
03 Doença avançadaQuimioterapia, cirurgia e internação. R$ 34.746
04 MetástaseTerapia contínua, UTI e cuidado paliativo. R$ 151.303

Valores de referência por paciente. Fontes: tabela Unimed 2022, INCA e protocolos clínicos do Ministério da Saúde.

A tecnologia que fornecemos FIT Látex Quantitativo

Não responde apenas sim ou não. Mede a quantidade de hemoglobina na amostra e entrega o valor em ng/mL — o que permite ajustar o ponto de corte à capacidade de colonoscopia de cada município ou carteira.

Comodato, locação ou vendaColeta em casa Sem restrição alimentarSem preparo intestinal Amostra estável por até 15 dias
Ponto de corte
← menos hemoglobinamais hemoglobina →
Abaixo do corte Encaminhado à colonoscopia
Como ler este gráfico 1 · Cada ponto é uma amostra analisada — quanto mais à direita, mais hemoglobina foi encontrada nela. 2 · A linha cheia é o ponto de corte, definido pela gestão: pontos à direita dela acendem e são encaminhados à colonoscopia. A tracejada marca a referência de 100 ng/mL. 3 · A linha se move sozinha para demonstrar o ajuste — de 10 a 500 ng/mL no equipamento — e o total de encaminhados muda junto.

Fonte: instrução de uso e manual do fabricante (Polymedco · OC-Auto)

Quem fornece a tecnologia Conhecer a Ubuntu Med
2013Desde a chegada da tecnologia ao Brasil
20 milPessoas no estudo multicêntrico nacional
85–92%Sensibilidade do FIT segundo o Ministério da Saúde
AnvisaRegistro 80102512572 · empresa licenciada
População elegível de um município de 100 mil habitantes
Elegível, não rastreado
Rastreado com FIT
Alteração detectada

Cada ponto representa 10 pessoas de 50 a 75 anos. Proporções ilustrativas.

01 — O problema, em reais

Não rastrear custa nove vezes mais do que rastrear.

Simulação sobre 100 mil pessoas na faixa de risco, comparando um ano com programa organizado de rastreamento e um ano sem. Mesma população, mesma incidência de doença — muda apenas o momento em que ela é descoberta.

Cenário A · com rastreamento

Programa organizado
com FIT Látex Quantitativo

R$ 3,74 mi
R$ 37,40 por pessoa / ano
  • Testes FIT · 1 a cada 2 anosR$ 3.000.000
  • 480 colonoscopiasR$ 324.240
  • 480 polipectomiasR$ 416.064
CONTRA
Cenário B · sem rastreamento

Diagnóstico apenas
quando aparece sintoma

R$ 34,24 mi
R$ 342,37 por pessoa / ano
  • Quimioterapia · 346 recuperadosR$ 12.022.130
  • Quimioterapia paliativa · 134 óbitosR$ 14.646.629
  • UTI, paliativo e internação finalR$ 5.628.000
  • Cirurgias, colonoscopias e polipectomiasR$ 1.940.304

Fontes: tabela de referência Unimed 2022, INCA, Revista Brasileira de Cancerologia e protocolos clínicos do Ministério da Saúde — premissas completas em “Metodologia, premissas e fontes”, logo abaixo.

9,2×

É quanto sai mais caro esperar o sintoma aparecer. A diferença é de R$ 30,5 milhões por ano, a cada 100 mil pessoas — e ela já está sendo paga hoje, só que diluída em internação, cirurgia e quimioterapia.

Simular na minha população
Economia por vida coberta R$ 304,97 por pessoa, por ano.

Esse valor não aparece como linha de orçamento. Ele está espalhado entre quimioterapia, leito de UTI e cirurgia de alta complexidade — despesas que a detecção precoce simplesmente não gera.

Como funciona o programa
Metodologia, premissas e fontes +

Coorte: 100.000 pessoas na faixa de risco. Incidência: 480 casos por ano. Evolução sem rastreamento: 28% dos casos progridem para doença metastática e evoluem para óbito — 134 pessoas; as outras 346 completam tratamento e se recuperam. Periodicidade do FIT: um teste a cada dois anos, portanto metade da coorte por ano. No Cenário A, todos os 480 casos são captados ainda como lesão, tratados por polipectomia, e não geram tratamento oncológico.

Teste FIT por pacienteR$ 60,00
Colonoscopia diagnósticaR$ 675,50
PolipectomiaR$ 866,80
Colectomia parcial ou totalR$ 2.500,00
Quimioterapia adjuvante e neoadjuvanteR$ 34.746,04
Quimioterapia paliativaR$ 109.303,20
Internação paliativa e cuidados finaisR$ 42.000,00

Sobre o preço do teste: o valor de R$ 60,00 é uma referência pública usada apenas na simulação. O preço praticado não é tabelado — é definido em proposta, conforme volume e periodicidade.

Fontes: tabela de referência Unimed 2022, INCA, Revista Brasileira de Cancerologia e protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas em oncologia do Ministério da Saúde.

Valores de referência da saúde suplementar. Para orçamento público, a mesma simulação precisa ser refeita com as tabelas SIA e SIH do SUS — o que a Ubuntu Med faz no estudo de viabilidade de cada município.
02 — Como funciona

Do convite à colonoscopia, em seis etapas.

Rastreamento organizado não é oferecer exame. É saber quem convidar, quem respondeu, quem precisa investigar e em quanto tempo. A Ubuntu Med fornece os reagentes, o equipamento e o treinamento dos técnicos. Quem processa as amostras e libera os laudos é o laboratório. Abaixo, quem faz o quê em cada etapa.

Ubuntu Med Rede local Em conjunto
01Antes de começar

Estudo de viabilidade

Levantamos a população elegível de 50 a 75 anos, a capacidade de colonoscopia já instalada e a demanda mensal de reagentes necessária. O estudo diz em que escala o programa cabe — ou se ainda não cabe.

Entregue antes de qualquer contrato
02Alcance

Convite e busca ativa

A atenção primária identifica e convida a população elegível. Quem não responde entra em nova rodada — cobertura baixa é o que mais derruba programa de rastreamento, e é onde a rede local faz a diferença.

03Adesão

Coleta em casa

O paciente coleta a própria amostra, sem restrição alimentar, sem suspender medicação e sem preparo intestinal. A amostra fica estável por até 15 dias em temperatura ambiente — e até 30 sob refrigeração — sem precisar ser reaberta.

04Análise

Processamento e laudo pelo laboratório

O OC-Auto 80 é instalado no laboratório da própria secretaria, do hospital, de laboratório parceiro ou terceirizado. A equipe técnica é treinada pela Ubuntu Med e passa a operar o equipamento e liberar os laudos — por exigência regulatória, a liberação é sempre de um laboratório. Se o cliente não tiver laboratório próprio, a própria Ubuntu Med pode emitir o laudo técnico. O resultado sai como valor de hemoglobina, não como positivo ou negativo.

Treinamento incluído
05Decisão da gestão

Ponto de corte definido

Com o valor em mãos, a gestão define o corte que dimensiona a fila à capacidade real de colonoscopia; o equipamento aceita ajuste de 10 a 500 ng/mL. É a etapa que só existe com teste quantitativo — e a que evita gerar uma demanda que a rede não absorve.

06Desfecho

Encaminhamento e acompanhamento

Os casos acima do corte seguem para colonoscopia com prazo monitorado. O programa acompanha até o desfecho — porque rastrear sem investigar não reduz mortalidade.

Modelo de fornecimento Comodato, locação ou venda — o município escolhe.

A Ubuntu Med fornece os reagentes e disponibiliza o OC-Auto 80 em comodato, locação ou venda. No comodato, o equipamento é cedido mediante demanda mensal de insumos: não há aquisição de bem permanente nem imobilização de capital, e o custo do programa vira consumível previsível, proporcional ao número de pessoas rastreadas.

  • Comodato sem investimento inicial em equipamento
  • Instalação no laboratório da própria rede
  • Treinamento dos técnicos do laboratório e suporte
  • Custo proporcional ao volume rastreado
O que a gestão recebe Indicadores prontos para prestação de contas.

Os números já saem prontos: cada etapa gera o indicador que sustenta a decisão diante do prefeito, da câmara e do Tribunal de Contas — prestação de contas sem esforço extra.

Cobertura da população elegível
Taxa de adesão ao convite
Positividade no ponto de corte adotado
Tempo médio até a colonoscopia
Lesões detectadas e removidas
Custo por pessoa rastreada
Casos por estágio no diagnóstico
Perdas de seguimento por etapa

Tudo começa pela etapa 1. O estudo de viabilidade é gratuito e diz, com número, se o programa cabe no seu município ou na sua carteira — e em que escala.

Solicitar estudo de viabilidade
03 — Por onde começar

O rastreamento é o mesmo. A conta que ele resolve, não.

A tecnologia, a operação e os indicadores são idênticos na gestão pública e na saúde suplementar. O que muda é quem paga a conta do diagnóstico tardio — e, por consequência, como o ganho é medido e para quem ele precisa ser justificado.

Não se encaixa em nenhum dos dois, ou atende os dois ao mesmo tempo? Hospitais, laboratórios e consórcios intermunicipais têm arranjos próprios.

Falar direto com a Ubuntu Med
04 — Evidências

Não é uma aposta. É o que os sistemas de saúde já decidiram.

O rastreamento de câncer colorretal com teste imunoquímico fecal é recomendação formal no Brasil e no exterior. A discussão hoje não é se funciona — é quem consegue executar, em que escala e com que capacidade de investigação.

Como o rastreamento virou política pública no Brasil 2026
Março de 2026

Parecer favorável da Conitec

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS aprova a diretriz de rastreamento do câncer colorretal, elaborada por grupo de especialistas.

21 de maio de 2026

Protocolo nacional anunciado

O Ministério da Saúde define o FIT como exame de referência para pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos — mais de 40 milhões de brasileiros elegíveis.

10 de agosto de 2026

FIT entra na tabela do SUS

A Portaria SAES/MS nº 4.642 inclui o teste imunoquímico fecal na Tabela de Procedimentos do SUS, sob o código 02.02.04.020-8, para rastreamento bienal de assintomáticos de 50 a 75 anos. É o passo que permite ao município faturar o exame.

2º semestre de 2026

Entra em vigor

A execução passa a ser responsabilidade da rede. Cada município precisa dimensionar cobertura, adesão e capacidade de colonoscopia.

Documentos oficiais

Kit do gestor

A diretriz completa da Conitec, o texto integral da Portaria SAES/MS nº 4.642 e o anúncio oficial do protocolo nacional — reunidos para instruir o processo na secretaria ou na operadora. Preencha e o acesso abre na hora, direto nas fontes oficiais.

MSBrasil

Ministério da Saúde

Adota o teste imunoquímico fecal como exame de referência do rastreamento organizado, com sensibilidade entre 85% e 92% para detectar alterações associadas ao câncer colorretal.

USPSTFEstados Unidos

U.S. Preventive Services Task Force

Classifica o rastreamento de 50 a 75 anos com grau A, o mais alto, e inclui o FIT anual entre as estratégias com melhor equilíbrio entre benefício e número de colonoscopias geradas.

INCABrasil

Instituto Nacional de Câncer

Estima 53,8 mil novos casos de câncer colorretal por ano no triênio 2026–2028. É o segundo câncer mais incidente no país, desconsiderando tumores de pele não melanoma.

O que a Ubuntu Med acrescenta Evidência internacional não implanta programa em município nenhum.

A literatura já provou que rastrear funciona. O que ainda não existia no Brasil era quem calculasse a viabilidade, operasse a coleta em escala e sustentasse o programa com indicadores. É esse o trabalho.

2013

Ano em que a sócia fundadora passou a acompanhar a chegada desta tecnologia ao Brasil

20 mil

Pessoas atendidas gratuitamente no estudo científico multicêntrico nacional

05 — Quem somos

Uma empresa construída em volta de um único exame.

A Ubuntu Med nasceu em 2019 com um objetivo estreito e explícito: tornar o diagnóstico precoce de câncer de intestino acessível em escala populacional, para a saúde pública e para a saúde suplementar. Não é uma linha dentro de um catálogo. É a empresa inteira.

Ludmila Rodrigues
Sócia fundadora
LinkedIn

Ludmila teve o primeiro contato com a tecnologia FIT Látex Quantitativo em 2013 — seis anos antes de a Ubuntu Med existir.

Acompanhou a importação e a instalação dos primeiros equipamentos no país e o desenvolvimento do estudo científico multicêntrico que atendeu 20 mil pessoas gratuitamente. Os resultados no Brasil confirmaram o que a literatura internacional já apontava: rastrear é a melhor chance de manter a saúde de quem está em risco de câncer colorretal.

Faltava estrutura para sustentar a tecnologia em escala. Foi isso que ela construiu: empresa com licenças Anvisa, registro de produto e certificação de fornecedor estrangeiro — a base regulatória sem a qual nenhum programa público chega a existir.

Ao longo do caminho, ao lado do sócio fundador Ali Zoghbi, a empresa passou por rodadas de captação com investidores-anjo e, em 2022, foi selecionada para o ecossistema da FHE Ventures, venture builder da metodologia FCJ.

2013Primeiro contato com a tecnologia e acompanhamento do estudo multicêntrico
2019Fundação da Ubuntu Med por Ludmila Rodrigues e Ali Zoghbi, com foco exclusivo em rastreamento de câncer colorretal
2022Seleção para o ecossistema da FHE Ventures
2026O rastreamento com FIT torna-se protocolo nacional do SUS
O nome não é decorativo
A filosofia ubuntu valoriza o cuidado da comunidade tanto quanto o cuidado individual. Para ser verdadeiramente ubuntu, todos precisam ser beneficiados e ninguém ser prejudicado.
Filosofia africana · origem do nome da empresa

É exatamente a lógica de um programa de rastreamento. Manter saudável quem está em risco beneficia a pessoa, a família, a rede de atenção e a saúde financeira de quem paga a conta. Não existe um lado que perde.

06 — Próximo passo

Começa com um estudo, não com uma compra.

Antes de qualquer proposta, calculamos se o programa cabe na sua realidade — e dizemos com franqueza quando ainda não cabe. Quem não tem capacidade de colonoscopia instalada precisa resolver isso primeiro, e é melhor saber antes de assinar qualquer coisa.

  • População elegível de 50 a 75 anos no seu território ou carteira
  • Demanda de colonoscopia que o programa vai gerar, por cenário de ponto de corte
  • Custo por pessoa rastreada e custo evitado, com as tabelas que se aplicam ao seu caso
  • Demanda mensal de reagentes e o modelo do equipamento: comodato, locação ou venda

Solicitar estudo de viabilidade

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